A eliminação do Bahia para o Remo no Mangueirão traz consequências que extrapolam as quatro linhas e atingem diretamente os cofres da SAF. Com o encerramento da participação na Copa do Brasil ainda na quinta fase, o Tricolor garante apenas R$ 2 milhões em premiações, valor referente somente à participação.
Bahia acumula menos de R$ 5 milhões em premiações em 2026
Ao todo, o clube acumula R$ 4,6 milhões em bônus por desempenho em 2026, uma realidade drasticamente diferente do sucesso financeiro obtido no ano anterior.
Isso porque o valor recebido na Copa do Brasil é somado aos cerca de R$ 2,6 milhões arrecadados na Libertadores, também como valor de participação, torneio do qual o Esquadrão se despediu precocemente na segunda fase preliminar diante do O’Higgins.
Clube tem queda de R$ 35 milhões em relação a 2025
A diferença nas receitas obtidas via competições de mata-mata e torneios continentais é de impressionar. Em 2025, o Bahia teve um ano de lucro, arrecadando aproximadamente R$ 39,8 milhões somando suas participações na Copa do Brasil, Libertadores e Sul-Americana.
Na comparação direta entre as duas temporadas, o clube registra uma queda acentuada de 88,41% nas receitas oriundas destas premiações.
“É um prejuízo financeiro muito grande, algo que não tem como recuperar até o fim do ano. O que podemos é tentar chegar ao melhor lugar possível em dezembro para ir para Libertadores pelo terceiro ano seguido”, analisou Rogério Ceni após a derrota.
Menos jogos e queda na bilheteria
Além dos valores que deixam de entrar via bônus das competições, o Bahia enfrentará uma redução drástica nas receitas de de bilheteria e sócios-torcedores. Com as eliminações, o Esquadrão terá apenas mais doze partidas para disputar como mandante até o fim de 2026.
Este calendário enxuto resultará em uma diminuição considerável na arrecadação com bilheteria e consumo nos dias de jogo na Arena Fonte Nova, que em 2025 foi uma das principais fontes de renda.
Em 2025, o Bahia registrou como receitas de Matchday (Bilheteria e Sócios) uma quantia total de R$ 85,5 milhões, valor que será inevitavelmente mais baixo em 2026.
O cenário obriga a diretoria e a comissão técnica de Rogério Ceni a focarem exclusivamente no Brasileirão, não apenas pela busca de resultados esportivos, mas para tentar mitigar o impacto financeiro de um primeiro semestre muito abaixo das expectativas.
???? Fracasso esportivo e financeiro em 2026!
A eliminação do Bahia para o Remo no Mangueirão traz consequências que extrapolam as quatro linhas e atingem diretamente os cofres da SAF.
Com o encerramento da participação na Copa do Brasil ainda na quinta fase, o Tricolor garante apenas R$ 2 milhões em premiações, valor referente somente à participação.
Ao todo, o clube acumula R$ 4,6 milhões em bônus por desempenho em 2026, uma realidade drasticamente diferente do sucesso financeiro obtido no ano anterior.
Isso porque o valor recebido na Copa do Brasil é somado aos cerca de R$ 2,6 milhões arrecadados na Libertadores, também como valor de participação, torneio do qual o Esquadrão se despediu precocemente na segunda fase preliminar diante do O’Higgins.
A diferença nas receitas obtidas via competições de mata-mata e torneios continentais é de impressionar. Em 2025, o Bahia teve um ano de lucro, arrecadando aproximadamente R$ 39,8 milhões somando suas participações na Copa do Brasil, Libertadores e Sul-Americana.
Na comparação direta entre as duas temporadas, o clube registra uma queda acentuada de 88,41% nas receitas oriundas destas premiações.
Ao contrário do que foi dito por Rogério Ceni, a maioria dos gols marcados por Luciano Juba não foram de bola parada. Confira um compilado com os oito gols marcados pelo camisa 46 do Bahia em 2026.
???? "Os gols que ele faz são de pênalti, faltas..."
Após eliminação na Copa do Brasil para o Remo, Rogério Ceni justificou a escalação de Luciano Juba, artilheiro do Bahia, na linha de zaga do time.
Porém, antes da justificativa, o treinador do Bahia fez questão de diminuir a importância do lateral-esquerdo no ataque do Bahia, alegando que a maioria dos gols marcados por ele são de bola parada.
A afirmação de Ceni não condiz com a realidade, visto que dos oito gols marcados por Juba em 2026, somente três não aconteceram com a bola rolando.
O técnico defendeu o recuo de Juba alegando ganho na saída de bola desde a primeira linha defensiva, tentando compensar os passes de Marcos Victor e David Duarte.
Após eliminação vexatória do Bahia na Copa do Brasil, Rodrigo Nestor falou com a equipe do SporTV após o término da partida. O meio-campista lamentou o momento que vem sendo vivido pelo Bahia e alegou que tanto o elenco, quanto a torcida não merecem estar nessa situação.
"A gente vem de semanas difíceis para caramba, de não poder sair de casa, de andar nas ruas com medo e isso é muito ruim, muito. E esse grupo e a torcida não mereciam isso, é um prejuízo gigante", disse o camisa 11 tricolor.